Quarenta e cinco agricultores de vicinais próximas à Vila do Equador, no município de Rorainópolis, receberam nesta quinta-feira (2) 115 toneladas de calcário doadas pelo Governo do Estado para corrigir as terras que serão utilizadas por estes pequenos produtores para a produção de dendê. Dez caminhões da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) levaram o calcário diretamente para as áreas que já estão gradeadas e prontas para receber o insumo. Ao todo serão distribuídas 200 toneladas.
A ação foi feita em conjunto com a empresa gaúcha Palmaplan Agroindustrial Ltda. O grupo está instalado há três anos na região com a intenção de cultivar o dendê. Os agricultores contemplados com o calcário vão plantar até dez hectares da cultura em conjunto com a empresa. O acordo prevê a compra pela empresa de toda a produção originária dos cooperativados.
O agricultor Adão Luiz Vieira da Silva, morador da vicinal 16, vai ser um dos contemplados com o plantio do dendê. Ele vai cultivar dez hectares e tem esperança de que o rendimento será melhor do que o de outras culturas que sempre plantou.
“Estamos com muita esperança de que o dendê nos traga um retorno que nunca tivemos com outras culturas. Os incentivos e a assistência técnica serão dados e temos que cuidar bem do plantio para que o resultado venha como esperamos”, adiantou.
O vice-governador e secretário de Agricultura, Chico Rodrigues, ressaltou que o calcário é um insumo básico para a correção do solo. Ele garantiu que todos os agricultores que fazem parte do Projeto Dendê na região Sul vão receber total apoio e assistência técnica, tanto do Governo do Estado quanto da empresa pioneira no plantio em Roraima.
“Estamos cientes de que este Projeto Dendê será uma saída econômica e social para esta região. Os agricultores terão garantia da assistência técnica e a comercialização do dendê. É uma cultura nova em Roraima, mas as experiências são gratificantes”, explicou.
Chico Rodrigues destacou o esforço conjunto do Governo do Estado, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), no sentido de expedir as declarações de aptidões (Daps) ao Programa Nacional da Agricultura Familiar para que os produtores possam conseguir acesso ao financiamento.
“Vamos formar uma força tarefa envolvendo os nossos técnicos e os profissionais do Incra para que as Daps possam ser emitidas de forma mais ágil, no sentido de fazer o agricultor ter acesso ao financiamento para melhorar sua produção”, concluiu Chico.
A delegada do Ministério do Desenvolvimento Agrário em Roraima, Célia Regina, destacou a importância do Projeto Dendê para os agricultores familiares. Ela enfatizou que é uma prioridade do governo federal incentivar a produção desse fruto na região Norte, especialmente com o envolvimento da agricultura familiar.
“Este é um investimento rentável que é uma prioridade do governo federal, porque envolve o pequeno agricultor que vai utilizar áreas já degradadas para melhorar o rendimento de sua família”, argumentou.
Empresa vai investir R$ 200 milhões no cultivo e esmagamento do dendê
Hoje, a Palmaplan já tem 400 hectares de dendê cultivados na região Sul de Roraima. A meta pra 2012 é plantar outros 1.200 hectares, sendo 400 na parceria com os agricultores cooperados e outros 800 hectares com recursos da própria empresa.
O empresário Alexandre Borba, gerente da Palmaplan, anunciou que o investimento feito na região para o cultivo do dendê chegará à cifra dos R$ 200 milhões, cuja aplicação prevê a instalação de uma fábrica de esmagamento do dendê. De acordo com os investidores, cerca de dois mil empregos serão gerados nos próximos anos.
Ele explicou que o agricultor terá um rendimento satisfatório a partir do início da colheita que se inicia em três anos e terá a garantia total da comercialização.
“O nosso grande desafio ainda está no convencimento dos agricultores no cultivo do dendê que é algo novo para muitos. Aos poucos vamos quebrando as barreiras. O cultivo é rentável e vai gerar muita renda e empregos nos próximos anos em Rorainópolis”, afirmou.
O óleo extraído da polpa da palmeira do dendê é utilizado na alimentação, como o azeite. Já o óleo de palmiste, extraído da semente, serve às indústrias oleoquímicas e de cosméticos, entre outras.
O gerente da Palmaplan disse que no Brasil a produção é de 220 mil toneladas de óleo de palma. É uma produção baixa, assim como a área plantada, mas com uma imensa perspectiva de crescimento.
“Os três maiores produtores de óleo de palma no mundo são: Indonésia, Malásia e Tailândia - localizados ao sudeste da Ásia. Juntos, os três países são responsáveis por cerca de 90% de óleo de dendê do cenário mundial. A demanda de biocombustíveis no mundo inteiro é crescente e queremos ganhar este mercado”, concluiu.
A ação foi feita em conjunto com a empresa gaúcha Palmaplan Agroindustrial Ltda. O grupo está instalado há três anos na região com a intenção de cultivar o dendê. Os agricultores contemplados com o calcário vão plantar até dez hectares da cultura em conjunto com a empresa. O acordo prevê a compra pela empresa de toda a produção originária dos cooperativados.
O agricultor Adão Luiz Vieira da Silva, morador da vicinal 16, vai ser um dos contemplados com o plantio do dendê. Ele vai cultivar dez hectares e tem esperança de que o rendimento será melhor do que o de outras culturas que sempre plantou.
“Estamos com muita esperança de que o dendê nos traga um retorno que nunca tivemos com outras culturas. Os incentivos e a assistência técnica serão dados e temos que cuidar bem do plantio para que o resultado venha como esperamos”, adiantou.
O vice-governador e secretário de Agricultura, Chico Rodrigues, ressaltou que o calcário é um insumo básico para a correção do solo. Ele garantiu que todos os agricultores que fazem parte do Projeto Dendê na região Sul vão receber total apoio e assistência técnica, tanto do Governo do Estado quanto da empresa pioneira no plantio em Roraima.
“Estamos cientes de que este Projeto Dendê será uma saída econômica e social para esta região. Os agricultores terão garantia da assistência técnica e a comercialização do dendê. É uma cultura nova em Roraima, mas as experiências são gratificantes”, explicou.
Chico Rodrigues destacou o esforço conjunto do Governo do Estado, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), no sentido de expedir as declarações de aptidões (Daps) ao Programa Nacional da Agricultura Familiar para que os produtores possam conseguir acesso ao financiamento.
“Vamos formar uma força tarefa envolvendo os nossos técnicos e os profissionais do Incra para que as Daps possam ser emitidas de forma mais ágil, no sentido de fazer o agricultor ter acesso ao financiamento para melhorar sua produção”, concluiu Chico.
A delegada do Ministério do Desenvolvimento Agrário em Roraima, Célia Regina, destacou a importância do Projeto Dendê para os agricultores familiares. Ela enfatizou que é uma prioridade do governo federal incentivar a produção desse fruto na região Norte, especialmente com o envolvimento da agricultura familiar.
“Este é um investimento rentável que é uma prioridade do governo federal, porque envolve o pequeno agricultor que vai utilizar áreas já degradadas para melhorar o rendimento de sua família”, argumentou.
Empresa vai investir R$ 200 milhões no cultivo e esmagamento do dendê
Hoje, a Palmaplan já tem 400 hectares de dendê cultivados na região Sul de Roraima. A meta pra 2012 é plantar outros 1.200 hectares, sendo 400 na parceria com os agricultores cooperados e outros 800 hectares com recursos da própria empresa.
O empresário Alexandre Borba, gerente da Palmaplan, anunciou que o investimento feito na região para o cultivo do dendê chegará à cifra dos R$ 200 milhões, cuja aplicação prevê a instalação de uma fábrica de esmagamento do dendê. De acordo com os investidores, cerca de dois mil empregos serão gerados nos próximos anos.
Ele explicou que o agricultor terá um rendimento satisfatório a partir do início da colheita que se inicia em três anos e terá a garantia total da comercialização.
“O nosso grande desafio ainda está no convencimento dos agricultores no cultivo do dendê que é algo novo para muitos. Aos poucos vamos quebrando as barreiras. O cultivo é rentável e vai gerar muita renda e empregos nos próximos anos em Rorainópolis”, afirmou.
O óleo extraído da polpa da palmeira do dendê é utilizado na alimentação, como o azeite. Já o óleo de palmiste, extraído da semente, serve às indústrias oleoquímicas e de cosméticos, entre outras.
O gerente da Palmaplan disse que no Brasil a produção é de 220 mil toneladas de óleo de palma. É uma produção baixa, assim como a área plantada, mas com uma imensa perspectiva de crescimento.
“Os três maiores produtores de óleo de palma no mundo são: Indonésia, Malásia e Tailândia - localizados ao sudeste da Ásia. Juntos, os três países são responsáveis por cerca de 90% de óleo de dendê do cenário mundial. A demanda de biocombustíveis no mundo inteiro é crescente e queremos ganhar este mercado”, concluiu.

Este foi um dos maiores projetos já implantados no municipio de Rorainopolis,e um dos melhores que vem dando certo, garantindo centenas de emprego e mudando as vidas das familias que vivem do cultivo do dendê.
ResponderExcluirParabéns a Empresa Palmaplam Agroindustrial.
Gostaria tambem de fazer parte dessa família.
Alcineia Nogueira
Ex- moradora da Vila do Equador.
Fone (92)94028705