Com dados tangíveis, o vídeo mostra a evolução da produtividade, destacando a vocação do Brasil para a produção agrícola.
O agricultor brasileiro agora é protagonista do vídeo “Brasil: Um Planeta Faminto e a Agricultura Brasileira”, cuja finalidade é valorizar seu empenho na busca por fontes renováveis de energia e mostrar à população o quanto eles são indispensáveis para viabilizar o consumo dos alimentos e a vida cotidiana em todo o mundo.
“Por meio do vídeo, quisemos esclarecer o papel do agricultor para a economia, apresentando dados concretos, dos quais os brasileiros devem orgulhar-se”, diz o vice-presidente da Unidade de Proteção de Cultivos da BASF para o Brasil, Maurício Russomanno.
Os dados a que Russomanno se refere são resultantes de uma pesquisa realizada pela BASF, que organizou informações relevantes sobre a evolução da agricultura brasileira na produção de alimentos e sobre o consumo no planeta.
O vídeo, feito em parceria com a agência e21, do Grupo MTCom, foi baseado na versão do filme produzido pela BASF dos Estados Unidos, chamado “One Hungry Planet”. O resultado foi um produto dinâmico, que além de destacar a importância do profissional do campo, divulgou informações indispensáveis sobre a produção e o consumo de alimentos no Brasil e no mundo. “O vídeo mostra o valor do agricultor para a sociedade.
Esse profissional é um apaixonado pela terra e pela natureza, seu trabalho é essencial e deve ser reconhecido pela população”, diz o vicepresidente sênior da Unidade de Proteção de Cultivos para a América Latina, Fundação Espaço ECO e Sustentabilidade Regional, Eduardo Leduc.
O vídeo foi postado no YouTube e as mais de 130 mil visualizações em apenas quatro meses demonstraram duas coisas: que a BASF está no caminho certo e como o marketing viral é uma ferramenta poderosa para propagar boas ações.
“Um Planeta Faminto” privilegiou um roteiro com dados oficiais e públicos de instituições renomadas do setor e enfatizou a capacidade nacional para a agricultura.
Desenvolvido em animação contínua, o vídeo tinha o desafio de contar uma história com muitos dados numéricos de uma maneira atraente, rápida e dinâmica. Para chegar ao resultado desejado, foi utilizada a ferramenta Kinetic Typography, que. apresenta os textos de uma maneira expressiva e permite adicionar conteúdo emotivo às palavras.
Alinhada a essa técnica, está uma série de elementos e artes simplificadas, de uso rápido, que complementaram os textos e contribuíram para prender a atenção do espectador.
CONCEITO E CONTEÚDO
Para garantir a veracidade das informações, foram anunciados dados tangíveis e comparações didáticas, como as previsões da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), que estimaram um crescimento de 20% na demanda mundial de alimentos nos próximos dez anos.
Um dos registros do vídeo é que nos últimos 35 anos, o Brasil se transformou de importador em um dos maiores exportadores de alimentos, utilizando apenas 9% de seu território. A agricultura familiar também evoluiu: entre 1980 e 2005 a produtividade de hortaliças saltou de 10.905 para 22.503 toneladas por hectare.
Há também informações sobre a contribuição da agricultura brasileira na busca de fontes de energia renováveis. Para se ter uma ideia de seu montante, em 2010, o consumo de etanol de cana-de-açúcar superou o de gasolina e, entre 1975 e 2010, a produção de cana aumentou de 89 para 696 milhões de toneladas, ocupando menos de 1% do território nacional.
Outro dado interessante é que em 1940, um agricultor produzia alimentos para 19 pessoas, em 1970 para 73 pessoas e, em 2010, um agricultor produz alimentos para 155 pessoas, o que mostra que a tecnologia tem contribuído muito para o aumento da produtividade das lavouras.
Esses dados comprovam o motivo de o agronegócio ser responsável pelo superávit na balança comercial, por representar ¼ do PIB brasileiro e ser responsável por 37% da mão de obra empregada.

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