segunda-feira, 14 de maio de 2012

Um Código Florestal para o Brasil


Feijão e arroz interessam a todos, assim como água limpa e ar puro (Rolf Kuntz, 08/05/2012, no site Observatório da Imprensa). Mas esses dois lados não recebem o mesmo peso nas avaliações dos formadores de opinião. Predomina o enfoque da preservação ambiental em detrimento da produção de alimentos.

A proteção do meio ambiente é, hoje, uma preocupação de todos os seres humanos e vemos com alívio que governos, empresas e consumidores estão mais conscientes de que os recursos da terra devem ser explorados de modo sustentável. No Brasil rural não é diferente, basta olhar os índices cada vez menores de desmatamento e o desenvolvimento de técnicas avançadas como a agricultura de baixo carbono.

No entanto, também é importante que os países produzam mais alimentos para um mundo desigual, onde atualmente 900 milhões de pessoas passam fome, segundo dados da FAO. Lamentavelmente, essa triste realidade não é considerada pela utopia ambientalista, que tenta separar o inseparável, como se possível fosse discutir meio ambiente sem considerar o econômico e o social.

Será que é racional abrir mão de 33 milhões de hectares da área de produção de alimentos, que representam quase 14% da área de plantada, para aumentar em apenas 3,8 pontos percentuais a área de vegetação nativa do País? Esta troca não me parece justa com os brasileiros, pois corremos um alto risco de aumento no preço dos alimentos sem um ganho equivalente na preservação ambiental.

Reduzir 33 milhões de hectares nas áreas de produção agropecuária significa anular, todos os anos , cerca de R$ 130 bilhões do PIB do setor. Para que se tenha uma noção do que representam 33 milhões de hectares, toda a produção de grãos do País ocupa 49 milhões de hectares.

O Código Florestal não foi construído para agradar produtores ou ambientalistas e, sim, para fazer bem ao Brasil. Agora, está nas mãos da nossa presidente, a quem cabe decidir, imune a pressões, o que é melhor para sermos um país rico, um país sem miséria, que é a grande meta da sua gestão.

A utopia ambientalista, no entanto, não respeita a democracia política, muito menos a economia de mercado. Há líderes do movimento verde que pregam abertamente um estado centralizado, com poderes para determinar a destinação dos recursos, da produção e até mesmo do consumo. Nesse tipo de sociedade autoritária, não há lugar para a liberdade e para as escolhas individuais. Salvam a natureza e reduzem a vida humana à mera questão da sobrevivência física.

Mas slogans fáceis e espetáculos midiáticos não podem ofuscar a eficiência da agropecuária verde-amarela. O Ministério da Agricultura acaba de divulgar os dados do primeiro quadrimestre de 2012. Exportamos U$ 26 bilhões, gerando um superávit de U$ 20,8 bilhões. Nunca é demais lembrar que o agro exporta apenas 30% de tudo o que produz. E para isso, utiliza apenas 27,7% do território, preservando 61% com vegetação nativa. Qual país do mundo pode ostentar uma relação tão generosa entre produção e preservação?

Os ambientalistas, em sua impressionante miopia, ainda cobram que a agropecuária deve elevar a produtividade. Nos últimos 30 anos, com apenas 36% a mais de área, a produção de grãos cresceu 238%! Eles não consideram que os índices brasileiros já são elevados e que aumentos são incrementais. Exigem maior produção em menor área, mas condenam sistematicamente as plantas transgênicas, o uso de fertilizantes químicos e de defensivos contra pragas e doenças, pregando a volta dos velhos métodos tradicionais herdados de nossos avós.

É fundamental que o novo Código Florestal garanta segurança para que o País continue produzindo o melhor e mais barato alimento do planeta. É inaceitável que o Brasil abra mão da sua capacidade produtiva, deixando de contribuir plenamente para a redução da pobreza, já tendo a maior área de preservação do mundo.


Senadora Kátia Abreu - Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA
Artigo publicado na Folha de São Paulo de 12/05/2012

quinta-feira, 22 de março de 2012

Brasil e Coreia iniciam estudos sobre etanol de sorgo sacarino

 

A Embrapa órgão vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), iniciou um projeto de pesquisa em cooperação com a RDA para estudar a produção de sorgo sacarino e a fabricação de etanol a partir dessa planta


BRASÍLIA - A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), órgão vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), iniciou um projeto de pesquisa em cooperação com a Administração de Desenvolvimento Rural da Coreia do Sul (RDA, na sigla em inglês) para estudar a produção de sorgo sacarino e a fabricação de etanol a partir dessa planta.


No Brasil, o projeto envolve dois centros de pesquisa, a Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas/MG) cuidará dos estudos agronômicos e a Embrapa Agroenergia, localizada em Brasília e que centrará esforços no desenvolvimento de processos de produção de etanol de 1ª e 2ª gerações. Uma delegação sul-coreana esteve no Brasil e participou do workshop durante a semana passada.

Dez variedades brasileiras de sorgo sacarino foram selecionadas pela Embrapa Milho e Sorgo e serão encaminhas à Coreia para plantio. Além disso, serão cultivadas em solo nacional para comparar o desempenho nos dois países. Da mesma forma, a equipe coreana selecionará outras dez cultivares locais para o plantio na Coreia e no Brasil, comparando os resultados.
A pesquisadora da Embrapa Agroenergia, Cristina Machado, diz que o primeiro trabalho a ser desenvolvido na etapa de bioenergia do projeto será o estudo do processo de produção do etanol de 1ª geração com uma variedade de sorgo sacarino definida pelos cientistas brasileiros. A equipe coreana fará o mesmo trabalho. Da mesma forma, os dois grupos estudarão o processo de produção de etanol 2G a partir do bagaço do sorgo e compartilharão experiências. Num segundo momento, cada uma das 20 variedades estudadas agronomicamente será testada para produção de etanol 1G e 2G. A pesquisa deve durar dois anos.

Uma alternativa complementar à cana-de-açúcar na produção de etanol. Assim é visto o sorgo sacarino, uma variedade de sorgo que retém açúcares em seus colmos e que pode ser utilizado em usinas durante a entressafra da cana.

Apesar de seu grande potencial para a produção de etanol, a cultura ainda é pouco utilizada no país.

Outros projetos
Este ano, estão sendo iniciados também outros dois projetos entre a Embrapa e o instituto de pesquisa sul-coreano. Com a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, a cooperação prevê o intercâmbio e a definição de protocolos de criopreservação de espécies vegetais de interesse agrícola. Um terceiro projeto prevê o melhoramento genético de suínos, com a participação da Embrapa Suínos e Aves. As pesquisas envolvem o Labex Coreia (Laboratório Virtual da Embrapa no Exterior) e o Laboratório Virtual da República da Coreia do Sul (RAVL).


Fonte: CNA

Pecuarista terá que se adaptar para produzir leite B no Brasil

Até 2013, o nível de bactérias presente na bebida deve ser reduzido em todo o Brasil, em função da Instrução Normativa 62 - o que não significa a extinção do produto


O leite do tipo B continua a circular no mercado e assim deve permanecer, afirmam representantes do segmento. Até 2013, o nível de bactérias presente na bebida deve ser reduzido em todo o Brasil, em função da Instrução Normativa 62 - o que não significa a extinção do produto, tal qual foi propagandeada, com a vigência da norma, no início deste ano.


A IN 62 estabelece um limite de 600 mil colônias bacterianas por mililitro da bebida. Geralmente, o leite B apresenta 750 mil/ml. A Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Leite Brasil) propôs que esse índice seja reduzido para 480 mil/ml, o que melhoraria consideravelmente a qualidade do produto. O controle pode ser feito com cuidados de higiene e uma ordenha adequada.

"Todo mundo achava que a IN 62 acabaria com o leite B", conta o presidente da Leite Brasil, Jorge Rubez, que convocou nesta semana sua câmara setorial, na Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, para debater a questão. "O leite B não acabou, e vai depender da cadeia produtiva se ele vai continuar existindo ou não", afirma.

A depender da paulista Cooperativa de Laticínios de São José dos Campos (Cooper), o tipo B vai, sim, continuar existindo. Com 160 produtores associados e uma ordenha de 40 mil litros por dia, a Cooper recebeu bem a mudança imposta pela IN 62, "pois a qualidade do leite melhora", de acordo com o diretor de Produção Custódio Mendes Mota.

"Aqui já está tudo adaptado. O leite é resfriado na própria fazenda", conta Mota, explicando que o resfriamento, feito logo depois da ordenha, limita a proliferação das bactérias. Em seguida, o produto é enviado a uma usina central da cooperativa, sendo que metade da produção é do tipo B (com ordenha mecânica) e os outros 50%, em média, são classificados como C (ordenha manual).

O problema da normativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) é que nem todos os produtores do Brasil podem se adaptar a ela. "Tem região sem luz, estados que não têm tecnologia para tal", aponta Mota. Por este motivo, no Nordeste, a IN 62 passa a valer somente em janeiro de 2013. Em todos os estados, a partir da vigência, os produtores têm dois anos para se adaptar.

"O governo quer um leite de maior qualidade. Nossa responsabilidade é fazer o leite chegar melhor ao resfriamento. E queremos mais preço", resume Rubez, que concorda: se houver menos bactérias no produto, é possível cobrar mais por ele.

ABC do leite

Considerado mais nobre, o leite A é ordenhado, beneficiado e embalado na mesma propriedade, ou seja, evita transportes. Para se fazê-lo é preciso dispor de uma fazenda com tecnologia apropriada. No caso do B, cuja qualidade fica próxima à do outro tipo, a bebida é extraída da vaca, resfriada e enviada por meio de caminhões-tanque à usina. A ordenha de ambos os tipos é mecânica, o que não acontece com o leite do tipo C, que pode ser extraído manualmente.

"Para o produtor, se ele tiver preço, tanto faz o tipo do leite", diz Rubez. O representante garante que é a qualidade, e não a categoria, que determina o valor do litro - hoje, chega a R$ 1.

"E quanto menos colônias [bacterianas], melhor a qualidade", explica. O leite longa vida, ou UHT [ultra high temperature], que em verdade é um leite "morto" (sem organismos vivos), tornou-se o preferido do varejo justamente porque não contém bactérias para estragá-lo. "O leite longa vida canibalizou todos os outros tipos", afirma o presidente da Leite Brasil.

O volume de leite do tipo B no mercado, por exemplo, caiu de 150 milhões de litros, em 2007, para cerca de 40 milhões.

ICMS, custo

Após uma reunião de sua câmara setorial na Secretaria da Agricultura e Abastecimento, Rubez disse que o Governo do Estado de São Paulo decidiu prolongar por mais dois anos a isenção do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na cadeia produtiva do leite. O benefício fiscal já havia sido concedido dois anos atrás. "O custo de produção está cada vez aumentando mais, motivo pelo qual no ano passado só crescemos um por cento", lembra Rubez.

Fonte: CNA

Os problemas da Embrapa


Respeitado como potência agrícola e como fornecedor de alimentos para o mundo, o Brasil não teria atingido esse status sem o trabalho da Embrapa, criada em 1973

 
 
Respeitado como potência agrícola e como fornecedor de alimentos para o mundo, o Brasil não teria atingido esse status sem o trabalho da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), criada em 1973. Com enormes ganhos de produtividade a partir dos anos 80, o campo brasileiro tem sido capaz, juntamente com a indústria processadora de seus produtos, de proporcionar uma importante receita cambial para o País e ao mesmo tempo garantir alimentação farta e barata aos consumidores nacionais.

Desde o começo dos anos 90, quando já se manifestavam plenamente os efeitos da modernização rural, os institutos de pesquisa reduziram várias vezes o peso dos alimentos na composição dos índices de preços. Comida mais barata liberou recursos do orçamento familiar para a compra de bens de consumo duráveis e semiduráveis, contribuindo para a expansão do mercado interno e para o fortalecimento da indústria. Essencial para a estratégia de crescimento do Brasil, a Embrapa vem perdendo espaço, no entanto, no mercado de inovações, com sua atuação prejudicada pela insuficiência de recursos para empreendimentos à altura dos novos desafios.

Os problemas da Embrapa, hoje com dificuldades para competir com as grandes multinacionais do setor de biotecnologia, foram mostrados em reportagem do jornal Valor publicada ontem. Os mercados de sementes de algumas das culturas mais importantes, como soja, milho e algodão, vêm sendo há alguns anos dominados por empresas como DuPont, Syngenta, Monsanto, Bayer e outras multinacionais, segundo a reportagem. Desde a regulamentação dos transgênicos no Brasil, em 2005, somente 2 das 32 variedades liberadas para cultivo no País foram produzidas pelos pesquisadores da Embrapa.

Nas comemorações dos 30 anos da empresa, em 2003, técnicos da área, especialistas em economia agrícola e estudiosos de estratégias do desenvolvimento discutiram, em Brasília, agendas para adaptação da Embrapa à era da nova biotecnologia. Os festejos de três décadas de sucesso deveriam - este foi o mote de vários pronunciamentos - marcar uma renovação da pauta de trabalho. O ex-ministro do Planejamento João Paulo dos Reis Velloso, um dos responsáveis pela criação da empresa e pela implantação da política de ocupação dos cerrados do Centro-Oeste, foi especialmente enfático ao apontar os novos desafios.

Os custos da pesquisa, porém, têm crescido muito mais que as possibilidades financeiras da Embrapa. Segundo uma organização americana citada na reportagem, são necessários, em média, US$ 135 milhões para todo o processo de pesquisa e licenciamento de um único transgênico. Isso equivale a R$ 230 milhões. O orçamento da estatal para este ano, de R$ 2,1 bilhões, é menor que os dos três anos anteriores, mesmo em valores correntes, isto é, sem se levar em conta a inflação. Esse orçamento deve servir para todas as despesas. A Monsanto, informa também o jornal, gasta mais de US$ 1 bilhão por ano em pesquisa e desenvolvimento. Em reais, isso corresponde quase à verba total da Embrapa.

Soluções financeiras novas são essenciais para o Estado brasileiro continuar mantendo uma empresa capaz de produzir inovação tecnológica na agropecuária. Ou o governo enfrenta essa questão ou assume, claramente, o risco de ver uma grande instituição de pesquisa definhar.

Não há resposta pronta, porque há dificuldades tanto para a abertura de capital quanto para a formação de parcerias com empresas privadas. Será preciso recorrer à imaginação para resolver o problema. A recusa de qualquer solução por motivos ideológicos será um erro de consequências muito graves.

A resposta pode ser complicada, mas será preciso jamais perder de vista um fato importante. O Brasil tornou-se um grande produtor de alimentos para os mercados interno e externo porque a pesquisa contribuiu para grandes ganhos de produtividade, adaptou culturas a novas áreas e facilitou o desenvolvimento da produção comercial de grandes, médios e pequenos agricultores. A ineficiência cultuada ideologicamente por alguns membros do governo produz apenas o atraso e a pobreza.

Fonte: CNA

Câmara dos Deputados aprova admissibilidade de proposta que autoriza Congresso Nacional a discutir demarcação de terras indígenas

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), da Câmara dos Deputados, aprovou nesta quarta-feira (21/03) a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215/00


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), da Câmara dos Deputados, aprovou nesta quarta-feira (21/03) a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215/00, que estabelece que o Congresso Nacional dará a palavra final sobre a demarcação de terras indígenas e de áreas de conservação ambiental. A PEC foi apresentada em 2000, pelo então deputado federal Almir Sá, atual presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Roraima (FAERR).

Segundo ele, a PEC foi proposta porque as decisões da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) sobre a demarcação de terras indígenas não têm sido isentas. “Há muita influência das Ongs (organizações não-governamentais) nesse debate, comprometendo a autonomia do Governo federal na administração do assunto”, afirmou. Para o presidente da FAERR, o Congresso Nacional “terá a autonomia necessária para discutir essa questão”.

A PEC inclui entre as competências exclusivas do Congresso Nacional a aprovação de demarcação das terras tradicionalmente ocupadas pelos índios e a ratificação das demarcações já homologadas, estabelecendo que os critérios e os procedimentos de demarcação serão regulamentados por lei. A matéria será analisada por uma comissão especial da Câmara dos Deputados antes de seguir para apreciação no Plenário da Câmara, quando será votada em dois turnos. Depois, a PEC seguirá para análise no Senado.
Fonte: CNA

quarta-feira, 21 de março de 2012

Embrapa lança versão atualizada do mapa de solos do Brasil

A Embrapa lança, no dia 27 de março, às 10h, na cidade do Rio de Janeiro, o novo Mapa de Solos do Brasil (escala 1:5.000.000). Lançado pela Embrapa originalmente em 1981, o Mapa ganha esta versão utilizando o novo Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SBCS, Embrapa 2006). "Esta atualização utiliza os mais recentes levantamentos de solos, trazendo um avanço na classificação taxonômica", diz o pesquisador da Embrapa Solos Humberto Gonçalves dos Santos.
O Mapa de Solos do Brasil identifica e cartografa os diferentes tipos de solos encontrados no Brasil. Reúne informações e conhecimentos produzidos ao longo de mais de 50 anos de ciência do solo no Brasil, reflexo do avançado estágio de conhecimento técnico-científico dos solos tropicais pela comunidade científica brasileira. Para sua elaboração, foram utilizados os levantamentos exploratórios de solos produzidos pelo Projeto RadamBrasil ao longo das décadas de 1970 e 1980, complementados por outros estudos mais detalhados de solos produzidos principalmente pela Embrapa e pelo IBGE.

Especificamente para o planejamento territorial, mesmo sem trazer informações para uso local, o mapa contém informação estratégica para compreensão e avaliação da dinâmica da paisagem nacional, zoneamentos e planejamentos regionais e estaduais, além de planos setoriais, como uso e conservação dos recursos hídricos, corredores de desenvolvimento, sistemas viários e outros.

Este mapa é um instrumento básico para subsidiar estudos, com informações atualizadas sobre os recursos do solos brasileiros, representando uma ferramenta imprescindível para todos que têm no recurso solo o objeto de sua atuação, tais como especialistas em ciência do solo, instituições de ensino e pesquisa, empresas de planejamento agropecuário ou florestal, técnicos da extensão rural, pesquisadores de diversas áreas, ONGs ligadas ao meio ambiente e desenvolvimento, órgãos públicos ligados à agricultura e ao meio ambiente e produtores.

Quem comparecer ao lançamento do Mapa, no dia 27, ganhará uma cópia digital do mesmo. Para quem não puder vir, o novo mapa será disponibilizado em meio digital na página da Embrapa Solos (www.cnps.embrapa.br).
Fonte: Embrapa Solos

Embrapa Roraima apresenta resultados de pesquisas

A Embrapa Roraima promoverá nos dias 22 e 23 de março reunião para apresentar os principais resultados de Pesquisa e Transferência de Tecnologia de 2011. O evento acontecerá no Auditório da Unidade, das 8h às 16h30 e é voltado para pesquisadores, professores e técnicos de instituições parceiras.
O encontro tem como objetivo mostrar á sociedade as pesquisas e as ações de transferência atualmente desenvolvidas pela Embrapa nas mais diversas áreas do conhecimento agropecuário.
No dia 22 serão apresentadas as pesquisas ligadas às áreas de Savana. As apresentações serão dividas por culturas agrícolas como feijão-caupi, soja, arroz, milho, melancia, entre outras. Também serão expostos os estudos que visam a melhoria da atividade pecuária.

Já no dia 23, serão mostrados os dados das pesquisas que tem como ênfase as regiões de Floresta. Serão abordados os temas: palmeiras, fruteiras, espécies madeiráveis e não-madeiráveis. As ações de Transferência de Tecnologia também serão apresentadas neste dia.