quarta-feira, 29 de junho de 2011

Agronomia e Engenharia de Alimentos estão entre as profissões com maior aumento salarial


Um dos cursos de graduação oferecidos pela UERR (Universidade Estadual de Roraima) foi apontado recentemente como profissão que teve os maiores aumentos salariais nos últimos 12 meses no Brasil. Levantamento realizado pela Catho On Line, empresa especializada no cadastramento virtual de currículos e empregos, revelou que a Engenharia Agronômica, ou simplesmente Agronomia, e a Engenharia de Alimentos estão entre as dez profissões que tiveram aumentos reais em termos salariais no ano que passou. De acordo com a pesquisa o crescimento da Engenharia Agronômica foi de 38,2%, enquanto da Engenharia de Alimentos foi de 20,2%. Os dados são da Pesquisa Salarial e de Benefícios, realizada pela Catho On Line, com 158 mil profissionais de mais de 19 mil empresas, localizadas em 3.503 cidades espalhadas pelo País.

“Sempre ouvimos falar que a Agronomia seria a profissão do futuro em função do potencial agrícola do Brasil. Nos últimos anos, com os recordes de produtividade, o surgimento de novas fronteiras agrícolas e novos mercados de trabalho, percebemos um crescimento expressivo dos profissionais da área, que são responsáveis por toda a produção e comercialização de alimentos no país, ou seja, pela base da cadeia produtiva”, afirma o coordenador do curso de Agronomia da FAZU (Faculdades Associadas de Uberaba), Sérgio Calzavara.

Na sequência desta cadeia produtiva, está justamente o Engenheiro de Alimentos, um profissional cada vez mais valorizado pelo mercado brasileiro. Para o coordenador do curso de Engenharia de Alimentos da FAZU, Weslkey Cotrim, o resultado do levantamento está coerente com o bom momento da profissão e serve de referência para aqueles que estão entrando no mercado de trabalho agora ou pretendem mudar de área de atuação.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Monsanto apresenta primeiro aplicativo digital do mundo para manejo de plantas daninhas

Empenhada em desenvolver tecnologias inovadoras para a agricultura, a Monsanto do Brasil lança no Seminário Cooplantio 2011, que aconteceu de 20 a 22 de junho em Gramado (RS), aplicativo para iPad e iPhone do Sistema Roundup Ready Plus. Essa é a primeira ferramenta virtual focada em manejo agrícola no mundo. O Sistema Roundup Ready Plus, lançado em março, é um guia de manejo de plantas daninhas que combina a utilização do Roundup com outros princípios ativos, associado às melhores práticas, tecnologias e conhecimentos agrícolas disponíveis no mundo, para que o agricultor tenha a máxima eficiência sobre essas plantas invasoras.

“O manejo de plantas daninhas é encarado pela Monsanto dentro de uma visão mais ampla. Consideramos as culturas e coberturas que entrarão no sistema agrícola do produtor, o conhecimento do ciclo e da biologia das plantas daninhas, as tecnologias atuais disponíveis, as práticas culturais e as opções de herbicidas mais sustentáveis, econômicos e de menor impacto ambiental e na produtividade, buscando atuar na causa do problema de uma maneira preventiva e/ou corretiva. O aplicativo tornará possível que o produtor sempre obtenha informações atualizadas sobre essas importantes questões”, declara Júlio Negreli, gerente de Estratégia da Monsanto e líder da iniciativa de soluções de manejo. “Acreditamos que a difusão de um único sistema, simples, que esteja de acordo com a recomendação dos principais pesquisadores do país e que ainda alie um custo competitivo, poderá ser executado facilmente pelo agricultor, com bons resultados no curto e no longo prazo.”

O aplicativo traz uma árvore de recomendações, que indica as ações ideais conforme a região, a cultura, a plantação de inverno e a cultura invasora. Por enquanto, o Sistema Roundup Ready Plus está disponível para o Sul Alto (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e sul do Paraná) e Sul Baixo (Oeste do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul), mas, em breve, também trará recomendações para regiões produtoras do Cerrado. Além disso, o aplicativo traz a possibilidade de atualização imediata de informações como a previsão do tempo e as cotações dos produtos agrícolas, dados fundamentais para o dia a dia do produtor. O sistema estará disponível, dentro de alguns dias, para download gratuito na Apple Store.

Segundo Negreli, o objetivo da Monsanto é fazer a melhor recomendação técnica ao produtor, buscando sempre a longevidade da plataforma Roundup Ready e de todos os benefícios que ela oferece. “Queremos que o produtor adote um sistema que visa a eliminar o problema de resistência de plantas daninhas ou evitar que ele venha a ocorrer. A ideia é levar ao agricultor uma recomendação tecnicamente precisa, de forma que ele possa decidir, dentro de um sistema testado e aprovado, qual produto comercial ele prefere usar segundo o princípio ativo mais recomendado para a sua situação”, explica.

Práticas de manejo e resistência

Quaisquer plantas que se desenvolvam onde não são desejadas e que interfiram nas atividades do homem são consideradas plantas daninhas. Elas podem crescer, se desenvolver e se reproduzir nos diferentes ambientes agrícolas do Brasil e do mundo. Algumas delas apresentam necessidades semelhantes às plantas cultivadas nas lavouras, ocupando os mesmos ambientes e competindo pelos fatores que permitem o crescimento saudável e o desenvolvimento das plantações. Dessa forma, são um problema sério para a agricultura, afetando tanto a qualidade da colheita como a produtividade obtida em cada hectare. Por essa razão, precisam ser controladas.

Não só a existência de plantas daninhas gerais nos campos, mas principalmente o fenômeno da resistência nessas ervas podem levar a um problema maior: a dificuldade no controle e, consequentemente, o aumento no custo da lavoura – neste último caso, principalmente por conta da restrição ou inviabilização da utilização de determinado grupo de herbicidas, levando ao agricultor a utilização de produtos alternativos e/ou outras práticas agronômicas.

Boas práticas de manejo escolhidas, como rotação de culturas – quando apropriado - e plantio direto; controle mecânico, com capina manual, algo inviável em lavouras de grande extensão, e uso de arado, cujo resultado é prejudicial ao solo por provocar erosão, entre outros males, são algumas das alternativas de controle dessas plantas daninhas. Pela praticidade de manejo, capacidade de selecionar o alvo (folhas largas e estreitas) e sua “ação curativa”, já que outras práticas demandam maior tempo de uso, os herbicidas são a principal ferramenta utilizada pelos produtores para o seu controle.

“O problema é que o controle das plantas daninhas feito exclusivamente à base de herbicidas, a aplicação repetitiva de um mesmo produto ou de produtos com o mesmo mecanismo de ação durante diversas safras agrícolas; a adoção de doses abaixo das recomendadas em bula dos variados herbicidas; sistemas de produção que não contemplam a rotação de culturas, quando necessário, e herbicidas; pequena utilização de controle mecânico de plantas daninhas ou a não eliminação dos escapes de controle dos herbicidas, bem como a não utilização de seqüência de herbicidas para controle de plantas daninhas em uma cultura, cumulativamente fizeram com que algumas plantas daninhas se tornassem resistentes”, explica o gerente da Monsanto. “A característica de resistência a um determinado herbicida já existe naturalmente em qualquer população de plantas, devido a sua variabilidade genética, porém em uma freqüência muito baixa. Nesses casos, o herbicida tornou-se o agente selecionador desses indivíduos resistentes, por ter sido usado de forma não associada às boas práticas agrícolas”, esclarece Negreli.

Fato natural ocorre em todo mundo

As primeiras plantas daninhas resistentes a herbicidas foram selecionadas com a utilização intensiva e como única ferramenta de manejo dos herbicidas. Os primeiros relatos de resistência de plantas daninhas aos herbicidas, especificamente inibidores de ALS (latifolicidas), ocorreram na década de 1990. O primeiro caso de planta daninha resistente ao Roundup (glifosato) levou aproximadamente 25 anos para ser registrado no Brasil, aparecendo em 2003 com a planta daninha Lollium Multiflorum (Azévem). “Desde então, a Monsanto, junto com pesquisadores especialistas na área, desenvolveu trabalhos com o objetivo de nortear o manejo dessa planta daninha”, afirma Negreli. Atualmente, os registros de plantas daninhas em solo nacional são de reportes realizados com três espécies: azevém (Lolium multiflorum), buva (Conyza bonariensis e Conyza canadensis) e o capim amargoso (Digitaria insularis).

Ações que reduzem risco de resistência

O manejo de plantas daninhas em uma propriedade deve ser levado em consideração em longo prazo, por meio de um sistema integrado de controle de produção que envolva métodos culturais, físicos, mecânicos, químicos, além de outros. Portanto, é necessário alterar constantemente as práticas normalmente utilizadas para o controle de plantas daninhas, visando evitar ou retardar o aparecimento de resistentes.

As principais recomendações são:

• Evitar deixar áreas em pousio: 70 a 80% das plantas daninhas que infestarão a próxima cultura de verão são produzidas nesse período.

• Implantar culturas de inverno que permitam utilizar herbicidas com diferentes modos de ação.

• Implantar culturas de cobertura para plantio direto. Solo com boa cobertura vegetal não deixa espaço para as plantas daninhas.

• Caso a área fique em pousio, realizar manejo de pós-colheita, evitando deixar que as plantas daninhas dominem a área e produzam sementes.

• Rotacionar culturas e herbicidas, principalmente em áreas onde há risco ou já tenha estabelecido algum biótipo resistente.

• Utilizar sempre a dose recomendada no rótulo do herbicida.

• Para culturas RR, realizar corretamente dessecação pré-plantio e plantar no limpo.

• Seguir as recomendações de bula e as boas práticas agrícolas.

Indicações para quem enfrenta o problema

Por meio do Sistema Roundup Ready Plus, a Monsanto recomenda aos produtores que enfrentam problemas de resistência de plantas daninhas:

1.Manejo apropriado dos herbicidas

- Utilizar herbicidas com pouca atividade residual no solo;

- Otimização da dose, época e número de aplicações;

- Minimizar a aplicação de herbicidas específicos, evitando o uso contínuo de produtos com o mesmo mecanismo de ação;

- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação diferenciados;

2.Rotação de culturas, quando apropriado;

3. Monitoramento após aplicação dos herbicidas;

- Monitorar manchas de plantas daninhas com padrão diferente com problemas de aplicação;

- Eliminar focos iniciais de resistência (evitar produção de sementes);

4.Utilizar práticas não químicas que objetivem o fortalecimento da capacidade competitiva da cultura, representada pelo seu rápido estabelecimento e desenvolvimento;

5.Prevenção da disseminação de sementes por meio do uso de equipamentos limpos e sementes certificadas, entre outros.

Governador de Roraima recebe presidente do Basa para discutir financiamento da produção

O financiamento à produção de Roraima foi o foco da reunião entre o governador José de Anchieta e o presidente do Banco da Amazônia (Basa), Abdias José de Sousa Júnior, na manhã desta quarta-feira, 22, no Palácio Senador Hélio Campos, a sede do governo estadual. O Basa tem disponíveis R$ 175 milhões para o estado.

O dirigente da empresa Union Gestão de Agronegócios, do Mato Grosso, Marlon Cristiano Buss, que representa um grupo de produtores de grãos de Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Sorriso, também participou do encontro com o presidente do Basa. Ele busca recursos para viabilizar um projeto-piloto de 10 mil hectares de soja em Roraima, que seria precursor na atração de novos investidores.

O empresário informou que começa, ainda este ano, a plantar feijão no estado. O plantio de soja e de outros grãos vem em seguida, agora em 2011 e no ano seguinte. Os produtores procuram terras e estão otimistas com o mercado.

O presidente do Basa, Abdias de Sousa Júnior, anunciou que o Banco está em Roraima para ajudar a promover o desenvolvimento. Informou que não existe restrição ao crédito e que os produtores precisam apresentar projetos que adequados à legislação, que devem evidenciar a qualificação financeira, oferecer garantias reais, ter licenças ambientais, recursos próprios de cerca de 20% e cadastro dos proponentes.

Abdias de Sousa Júnior estabeleceu o prazo de dez a doze dias para o superintendente regional do Basa, Antônio Carlos Benetti, presente à reunião desta manhã, dar uma resposta ao produtor Marlon Buss sobre o pedido de recursos ao Banco. O empresário fez uma consulta sobre o que precisa fazer para viabilizar o financiamento do plantio de soja. O grupo que ele representa quer plantar milhares de hectares de soja no estado.

Marlon Buss está procurando terras. De início, quer os 10 mil hectares para o projeto-piloto. O grupo que ele representa planta mais de 1,5 milhão de hectares no Mato Grosso. Em Roraima, plantaria na entressafra dos demais estados brasileiros e teria a garantia de exportação para o mercado consumidor da Venezuela, que já tem a aprovação do presidente Hugo Chávez, e para o restante do Brasil, através do porto de Itacoatiara.

Os empresários matogrossenses começam no próximo semestre a produzir feijão em Roraima. Estão de olho, também, na produção de milho, cuja saca é vendida, hoje, a R$ 40,00. O preço é atrativo, mas Marlon Buss acha que numa produção em escala esse preço cairia para cerca de R$ 20,00, ainda muito vantajoso para o produtor. Soja, milho, feijão e algodão são as culturas que despertam maior interesse.

A intenção dos produtores não está em apenas exportar grãos. Eles querem agregar valores e já falam na instalação de esmagadoras e fábrica de ração. Raciocinam investimentos a curto, médio e longo prazo e prevêem que Roraima será um grande produtor e exportador de grãos e de seus derivados. Em reunião com o presidente venezuelano Hugo Chávez, no mês de setembro, o governador José de Anchieta vai pedir do governo do país vizinho que apresente a pauta do que deseja comprar do estado.

O Basa está disposto a se envolver no processo de desenvolvimento econômico do estado, segundo o presidente Abdias de Sousa Júnior, que fala em enviar missões a Roraima, em dar orientação e em receber empresários dispostos a fazer investimentos por aqui.

Fiscais Federais Agropecuários realizam campanha sobre a garantia da qualidade dos alimentos consumidos no Brasil

Os Fiscais Federais Agropecuários, responsáveis por zelar pela qualidade dos alimentos de origem animal e vegetal consumidos pelos brasileiros, lançam a campanha “Passou pela gente, tá legal”. A ação, que será realizada entre os dias 30 de junho e 2 de julho (de quinta-feira a sábado), tem como objetivo informar a população sobre a importância do trabalho de fiscalização e controle da qualidade dos alimentos feito por esses profissionais, mas também destacar a necessidade de o consumidor estar atento a cuidados de manuseio que garantirão a qualidade do produto em casa. Em Porto Alegre, a campanha tem como parceiro o Nacional Super, e terá o apoio do Movimento das Donas de Casa e Consumidores do Rio Grande do Sul.

A campanha, uma iniciativa do Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (ANFFA Sindical), ocorrerá simultaneamente em 12 capitais brasileiras: Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Campo Grande, Belo Horizonte, Belém, Salvador, Recife, Fortaleza, Curitiba e Porto Alegre. Durante a ação, serão distribuídas cartilhas informativas e haverá um fiscal agropecuário para esclarecer dúvidas da população. O material é bem didático, em formato de história em quadrinhos, no qual os personagens Pedro e Martinha, ambos fiscais federais, explicam o trabalho que realizam.

O início da campanha ocorrerá no Dia Nacional do Fiscal Federal Agropecuário, comemorado em 30 de junho. Os Fiscais Federais Agropecuários são funcionários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Essa função de fiscalizador existe há 150 anos, mas apenas em 2000 foi criada a carreira. Atualmente, existem 3.500 fiscais em todo o Brasil. São agrônomos, farmacêuticos, químicos, médicos veterinários e zootecnistas. Eles não são apenas profissionais que multam ou penalizam. Têm como tarefa zelar pela qualidade dos alimentos que chegam à mesa do consumidor e dos que vão para fora do País. Com isso, contribuem para a produção de riquezas do Brasil e protegem a marca brasileira nos produtos do agronegócio.

Algumas dicas importantes para segurança e conservação de alimentos:

• Produtos de origem animal: carnes, presunto, salsicha, manteiga, leite e derivados, mel, peixes e enlatados precisam ter na embalagem o selo do Serviço de Inspeção;

• Pescados embalados: precisam ter o selo do serviço de inspeção, devem ter a data em que foi embalado e o prazo de validade;

•Pescados frescos expostos: devem estar cobertos por uma farta camada de gelo, de forma a garantir que a temperatura de segurança seja mantida (entre 0°C e 5°C). Peixes congelados precisam ser mantidos em balcões apropriados de acordo com as recomendações do fabricante, normalmente abaixo de -18ºC;

• Pescados frescos: devem ter aspecto brilhante e liso, olhos convexos e brilhantes. Manchas negras em espécies como camarão e lagosta e aparecimento de coloração amarelada na pele dos peixes são indícios de apodrecimento;

• Carrinho de compras: o consumidor deve colocar por último no carrinho as carnes, queijos e alimentos que precisam ser mantidos gelados;

• Automóveis: não deixe os alimentos no carro por muito tempo;

• Refrigerador: ao chegar em casa, coloque imediatamente os alimentos no refrigerador;

• Validade: fique atento à data de validade dos alimentos e não consumi-los após o vencimento;

• Vinho, espumante, sucos e refrigerantes: devem apresentar no rótulo uma identificação que começa pela sigla do estado de origem seguida de 11 números. O consumidor também deve observar os dados do fabricante, que são obrigatórios;

• Nozes, amêndoas, castanhas, amendoins e pistaches, frutas secas e cristalizadas: podem abrigar substâncias nocivas à saúde, como a aflatoxina (produzida por um fungo), que aparece quando o produto não foi bem secado depois de colhido ou ficou armazenado em lugar úmido. O mais seguro é comprá-los empacotados, com informações de fiscalização e procedência na embalagem.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Concurso da UERR oferece 97 vagas para professores especialistas, mestres e doutores



Quem deseja ser professor na Universidade Estadual de Roraima (UERR) deve ficar atento. A UERR lançou o edital do concurso público que oferece 97 vagas para docentes com as titulações de especialistas, mestres ou doutores. Os salários variam de R$ 2.926, 08 a R$ 6.387, 28 e as inscrições podem ser feitas até o dia 22 de julho no site uerr.edu.br.

O reitor da UERR, Hamilton Gondim, disse que a realização de concursos é uma das prioridades da sua gestão na instituição. “Precisamos melhorar a qualidade do ensino com a contratação de profissionais e com investimentos em infraestrutura”, disse. O concurso atende a uma resolução do Conselho Estadual de Educação de que a instituição precisa ter 1/3 de professores com titulações. Atualmente, a UERR possui 13 doutores, 41 mestres e 38 especialistas.

As vagas estão abertas para as seguintes áreas: Administração, Agronomia,Ciência da Computação, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Direito, Economia, Educação Física, Enfermagem, Engenharia Florestal, Filosofia,Física, Geografia, História, Letras com Habilitação em Espanhol, Letras com Habilitação em Inglês, Letras com Habilitação em Língua Portuguesa e Literatura, Letras/Macuxi, Libras, Matemática, Pedagogia, Pedagogia/Campo, Química, Segurança Pública, Serviço Social, Sociologia e Turismo.

O salário para doutores é de R$ 6.387,28 , para mestres R$ 4.323,15 e especialistas R$ 2.926,08 . Os aprovados que forem lotados nos campi do Interior terão direito a uma gratificação de 15, 25 ou 35% sobre o salário. A taxa de inscrição é de R$ 100.

Agricultura brasileira é uma atividade sustentável



A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (17), que a agricultura brasileira é uma potência ambiental. “Temos produzido alimentos com a menor redução de florestas no mundo”, disse a presidenta, que anunciou nesta sexta-feira, 17 de junho, em Ribeirão Preto, o Plano Agrícola e Pecuário para a safra 2011/2012.

Dilma Rousseff mencionou como exemplo de produção sustentável o programa brasileiro do etanol, que produz energia renovável por meio da cana-de-açúcar. “O etanol – um combustível renovável - depende da agricultura”, lembrou. A presidenta também falou da importância do Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) para o cumprimento das metas assumidas durante a conferência de Copenhagen (COP15). O ABC incentiva o uso de práticas que reduzem a emissão de gases de efeito estufa gerados pela atividade agropecuária, um dos compromissos voluntários estabelecidos pelo governo brasileiro na conferência.

“O programa visa também a assegurar a competitividade da agricultura brasileira no mercado internacional ao oferecer um alimento produzido de forma sustentável. Tem juros de 5,5% ao ano que incentivam o produtor a contratar o crédito”, enfatizou Dilma Rousseff.

Ela também reforçou o papel do Brasil como grande fornecedor de alimentos em longo prazo. Para a presidenta, com o aumento da renda da população e o consequente crescimento da demanda por alimentos, a função do Brasil como importante produtor agropecuário ficará mais evidente. “Também é fundamental que consigamos abastecer o mercado interno crescente com alimentos de qualidade a preços acessíveis”, completou.

As melhores condições de financiamento estipuladas no novo Plano Agrícola e Pecuário foram também lembradas pela presidenta. Segundo ela, o governo tem a estratégia de dar as condições adequadas para que o Brasil possa competir com qualquer país no mundo. Por isso, 80% dos R$ 107,2 bilhões destinados à agricultura comercial estão disponíveis a juros fixos de até 6,75% ao ano. “Temos as armas para competir lá fora e aqui dentro”, disse.

A presidenta finalizou falando do papel social da agricultura. “A atividade agrícola também pode ser uma potência social porque o alimento é essencial para que a nossa população tenha condições de sair da desigualdade e para nos orgulharmos da situação social do país”, concluiu.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Docentes da Esalq lançam quarta edição do manual de fitopatologia



Para relatar o histórico do Manual de Fitopatologia elaborado pelo Departamento de Fitopatologia e Nematologia (LFN), da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ, será realizado, em 20 de junho, seminário sobre o assunto a ser ministrado pelo professor do mesmo departamento, Armando Bergamin Filho, internacionalmente reconhecido por seu trabalho sobre epidemiologia de doenças de plantas tropicais.

Paralelo ao histórico, será feito o lançamento da 4ª edição do “Manual de Fitopatologia: Princípios e Conceitos” (volume 1), publicação dedicada à memória do professor Hiroshi Kimati, que além de ter colaborado nas edições anteriores, foram suas apostilas de aula escritas por ele na década de 1960 que formaram o embrião da primeira edição desse Manual, publicado em 1968. O volume 2, “Manual de Fitopatologia: Doenças das Plantas Cultivadas”, 4ª edição, foi publicado em 2005.

A 4ª edição do volume 1, que tem como editores Lílian Amorin, Jorge Alberto Marques Rezende e Armando Bergamin Filho, todos do LFN, vem, agora, completar o plano da obra, que pretende fornecer ao público brasileiro um apanhado geral da Fitopatologia, tanto no aspecto teórico quanto no prático. Desde a publicação da primeira edição, em 1968, mais de 50 mil exemplares do Manual foram vendidos, fato sem precedente na história da fitopatologia brasileira.

Mesmo expandida, esta edição mantém os objetivos das anteriores. Como já expresso no prefácio da primeira edição, este livro “não tem pretensão de ser um tratado de Fitopatologia, nem de abordar todos os temas ventilados com profundidade ou originalidade. Limita-se a apresentar os temas como são tratados nas várias disciplinas de Fitopatologia da ESALQ, de forma a possibilitar aos estudantes e engenheiros agrônomos uma visão geral acerca dos princípios e conceitos básicos da Fitopatologia e das doenças das principais culturas brasileiras, num livro eminentemente didático”.

As 704 páginas do manual, editado pela Editora Ceres, se apresentam divididas em 5 partes, sendo elas: Conceitos Básicos de Fitopatologia, Agentes Causais, Controle de Doenças, Grupos de Doenças e Tópicos Avançados.

O Seminário de Lançamento da 4ª ed. do Manual de Fitopatologia Vol. 1, que é destinado a alunos de pós-graduação e docentes da área, acontecerá no anfiteatro da Fisiologia – Pavilhão de Horticultura da ESALQ, às 10h00.

Mais informações pelo telefone (19) 3429-4124.

18º Curso de Citricultura


No período de 4 a 15 de julho próximo, no Centro APTA Citros Sylvio Moreira (IAC), Cordeirópolis, SP, será realizado o 18º Curso de Citricultura. Direcionado para engenheiros agrônomos, estudantes, técnicos e integrantes do setor citrícola, visa contribuir para a formação de recursos humanos envolvidos com um dos mais importantes segmentos da fruticultura brasileira.
A exemplo dos anos anteriores, as aulas teóricas e práticas serão ministradas por especialistas de diversos setores da citricultura, abrangendo uma ampla gama de conhecimentos sobre o setor e incluindo dois dias de visitas técnicas (viveiro de mudas, produção de frutas, packinghouse e indústria de suco).

Programa

04/07/11
- Apresentação do Centro de Citricultura/IAC;
- Genética e melhoramento dos citros;
- Variedades de copas - laranjas e tangerinas;
- Variedades de copas - limas e limões

05/07/11
- Porta-enxertos;
- Propagação e plantas matrizes de citros

06/07/11
- Principais doenças, causadas por:
vírus e viróides; bactérias; fungos

07/07/11
- Principais pragas (aula teórica e prática)

08/07/11
-Visitas Técnicas:
Viveiros de citros;
Propriedade agrícola de citros

11/07/11
- Solos, nutrição e adubação;
- Fisiologia - ecofisiologia e reguladores de crescimento

12/07/11
- Mecanização na citricultura;
- Agrometeorologia dos citros;
- Planejamento e plantio de citros;
- Práticas culturais na citricultura

13/07/11
- Irrigação em citros;
- Tecnologia de pós-colheita de citros;
- Custos de produção de citros;
- Mercado de citros

14/07/10
- Visitas Técnicas:
Packinghouse;
Unidade de processamento de frutas

15/07/10
- Evento no Centro de Citricultura:
II Dia de Citros de Mesa: da produção à comercialização

Informações sobre o curso (formulário de inscrição, taxas etc.) estão disponíveis no site www.centrodecitricultura.br.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Uerr prorroga período de inscrições do Vestibular 2011

A Universidade Estadual de Roraima prorrogou o fim do período das inscrições do Vestibular 2011 para 23 de junho. O último dia para pagamento do boleto bancário para efetivação da inscrição é 24 de junho.

A presidente da Comissão de Concursos (CPC), Caroline Cattaneo, explicou que a situação de calamidade decretada por causa das chuvas tornou a procura no interior menor do que a esperada. “Pelo primeiro ano tivemos uma queda das inscrições nos municípios do interior e como o processo só pode ser feito pela internet as pessoas tiveram um obstáculo com as chuvas”, lembrou.

Para a presidente da CPC, a diminuição do nível do Rio Branco e demais rios deve trazer de volta a normalidade nos municípios. “A população está preocupada com os comentários de que haveria falta de combustível e utensílios básicos e acreditamos que isso tenha afastado o foco dos interessados no vestibular”, disse Caroline Cattaneo.

Apesar da Comissão de Concursos ter prorrogado o período de inscrições os boletos bancários já impressos poderão ser pagos normalmente nas casas lotéricas e agências bancários. A data da prova foi mantida e será realizada dia 10 de julho.


São 747 vagas, divididas em 15 cursos nos municípios de Boa Vista (Filosofia), Alto Alegre (Agronomia e Letras), Mucajaí (Ciências Biológicas), Iracema (Educação Física), Caracaraí (Turismo e Matemática), São João da Baliza (Ciências Contábeis, Engenharia Florestal, Física, Matemática e Pedagogia), Rorainópolis (Engenharia Florestal, Letras, Química e Sociologia) e vila Contão (Pedagogia).

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Ùltimos dias para inscrição no vestibular da UERR

Termina no próximo domingo,12, o período de inscrições para os interessados em concorrer a uma das vagas do vestibular 2011 da Uerr (Universidade Estadual de Roraima). As inscrições devem ser feitas exclusivamente no site www.uerr.edu.br. O Pagamento do boleto poderá ser feito até o dia 13, segunda-feira.



Este ano, a instituição privilegiou a política de interiorizar o ensino superior ao ofertar mais cursos fora da Capital. São 747 vagas, divididas em 15 cursos nos municípios de Boa Vista (Filosofia), Alto Alegre (Agronomia e Letras), Mucajaí (Ciências Biológicas), Iracema (Educação Física), Caracaraí (Turismo e Matemática), São João da Baliza (Ciências Contábeis, Engenharia Florestal, Física, Matemática e Pedagogia), Rorainópolis (Engenharia Florestal, Letras, Química e Sociologia) e vila Contão (Pedagogia).


A presidente da Comissão de Concursos, Caroline Cattaneo, destaca que neste vestibular a Uerr está inovando ao ofertar novos cursos nos municípios do interior, como Pedagogia na vila Contão. “A iniciativa é levar o ensino superior ao interior e melhorar a educação básica, por meio da formação continuada de professores,”, disse a presidente.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Chuva forte dos últimos dias aumenta nível do Rio Branco em Roraima


A BR174 que corta o estado e faz a ligação via terrestre com o restante do Brasil está tomada pela água do Rio Branco, que está mais de 10 metros acima do nível normal.
A interrupção impede a comercialização da produção agropecuária com o estado vizinho do Amazonas, assim como a aquisição de insumos, principalmente combustível, que já começa a faltar na capital do estado.
As autoridades afirmam que esta é a pior enchente já ocorrida no estado.
Assista o vídeo.